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“O setting da Psicomotricidade Relacional e toda a estrutura espaço temporal e material são pré-requisitos para garantir as relações e os processos criativos”, garantiu o psicomotricista relacional Ibrahim Danyalgil Junior ao abordar a  Psicomotricidade Relacional e os processos criativos no III Congresso Internacional de Psicomotricidade Relacional.

De acordo com ele, os processos criativos são abertos e subjetivos ao mesmo tempo. “Criar é fazer algo importante por você. A criatividade implica força crescente que se abastece dos próprios processos no qual se realizam, ou seja, tem uma tensão psíquica que pode e deve ser mantida, elaborada e renovada em níveis suficientes para gerar as ações e  expressividades”, destacou.

Ibrahim assegurou que a Psicomotricidade Relacional faz uso intencional da criatividade por meio do brincar, de signos, de imagens e das palavras, expressando e elaborando de forma simbólica conteúdos subjetivos. “A elaboração simbólica do vivido está em nossa capacidade de selecionar (escolher), de relacionar e integrar os dados do mundo externo e interno transformando-os, com o propósito de dar um sentido mais compreensivo e completo”, enfatizou. O educador físico sublinha que são experiências existenciais que envolvem nossa globalidade afetiva, cognitiva, motora e social.

Para ele, criar é aprender a olhar e a fazer combinações de ideias diferentes. “O imprevisível. Tudo o que num dado momento se organiza (se ordena) afasta naquele momento o resto do acontecer, é o inevitável do processo criativo apesar de seu caráter delimitador”, observou.

Por fim, Ibrahim assinala que as vivências criativas e corporais do psicomotricista relacional facilitam o seu ser espontâneo e autêntico, quando internalizadas por meio da afirmação de sua identidade pessoal e profissional.

 

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